27 de ago de 2011

Análise: Portal 2






Intro
O quê começou como um game em um Pack da Valve e se tornou um dos jogos mais premiados do ano em que foi lançado. E agora a Valve trás novamente o game mais paradoxal do mundo dos games, Portal 2, que além de trazer todo aquele humor bizarro do primeiro game, inova e transforma aquilo que já é bom em algo ainda melhor. Com uma mecânica simples o game consegue se destacar não por causa de gráficos ou concept art, mas sim pela criatividade dos desenvolvedores.





Historia
Portal 2 marca o retorno de Chell e GLaDOS em uma experiência que apresenta o mesmo princípio apresentado no título original: utilizar portais para transportar o protagonista controlado a áreas aparentemente inalcançáveis. Pensar é algo mais que necessário neste game, que leva muitos jogadores a passarem horas na criação de soluções para os desafios propostos tanto no modo single player quanto na — surpresa! — seção cooperativa do jogo.

Agora, há várias formas de utilizar o Aperture Science Handheld Portal Device. Imagine as possibilidades de uso do dispositivo levando em consideração que as superfícies e os objetos do segundo jogo contam com diferentes estados. E o que você acha de colocar um portal sob um tubo de alta sucção e outro sob um objeto hostil para eliminar a ameaça?

Há, ainda, os chamados "tractor beams", cilindros formados por anéis azuis oscilantes. Combinando-os com portais, o jogador consegue transportar Chell a áreas previamente inacessíveis. Além disso, pontes projetadas também podem ser levadas através dos portais e cubos refletores podem ser manuseados para que raios laser sejam desviados.

Duas cores aparecem de forma expressiva em alguns ambientes. Superfícies cobertas pela cor laranja poderão ser percorridas por Chell a uma velocidade impressionante. Enquanto isso, objetos revestidos por uma substância azul podem ricochetear itens — ou até mesmo a própria personagem — pelos cenários.






Jogabilidade
Os comandos são extremamente simples, em um game com poucos recursos logo podemos julgar a facilidade da jogabilidade, resumindo temos um gatilho do controle para cada portal (Azul e Laranja), um botão para interação e um para saltar, tornando assim o jogo fácil de controlar. No modo Co-op, os direcionais digitais ganham funções de interação, como sugerir locais para o seu companheiro colocar portais ou saltar .As primeiras horas de jogos apresentam os principais elementos da jogabilidade. Os veteranos da série podem até achar um pouco enfadonho, haja vista que os fundamentos seguem os mesmos. Na pele de Chell, você deve encarar uma série de elaboradas câmaras de teste.





Graficos
É difícil apontar muitos erros em Portal 2. O jogo não é perfeito: como já dissemos, seus gráficos são baseados em uma engine lançada em 2004 — uma eternidade para os padrões digitais — e a campanha, apesar de ser mais extensa do que a original, ainda pode ser completada em poucas horas.

Mesmo assim, Portal 2 não traz grandes defeitos ou qualquer tipo de problema gritante capaz de desvalorizar toda a experiência de jogo. No final, fica apenas a impressão de que faltou uma “coisinha” que deixaria o título ainda melhor.

Um bom exemplo é a ausência de rankings (leaderboards) e challenge maps (os mapas extras de desafio). Com a introdução do modo cooperativo, a existência de desafios competitivos seria algo natural que complementaria muito bem a experiência multiplayer.

Outro ponto que certamente elevaria a qualidade final de Portal 2 seria a introdução de um editor de fases. Seguindo a tendência “Play, Create, and Share” (“Jogue, Crie e Compartilhe”), a Valve poderia disponibilizar um modo de edição de fases — as ferramentas de modificação da Source Engine são amplamente divulgadas pela internet e muitos mods são promovidos pela própria Valve.

Talvez o maior problema de Portal 2 fique por conta das inúmeras telas de loading. Mesmo assim, apesar de frequentes, as telas de carregamento não são muito demoradas e não prejudicam em nada a diversão
.Graficamente falando, Portal 2 não é nenhum primor tecnológico, todavia, é impressionante ver a longevidade da Source Engine. Isso mesmo, o título utiliza a mesma engine — com alguma poucas modificações — do clássico Half-Life 2 (lançado em 2004).

Os visuais são belos – de espartanas câmaras de testes a gigantescos ambientes destruídos –, mas por conta da direção de arte e não pelo poderio do motor gráfico. O grande apelo da franquia Portal nunca foram os seus visuais, porém, você não perde um momento sequer questionando a qualidade técnica do projeto.

O foco é a narrativa e a jogabilidade. A imersão é tão grande que você simplesmente deixará de reparar nos detalhes gráficos, sejam eles positivos ou negativos. Além disso, a Source Engine possui alguns méritos, especialmente no que diz respeito a efeitos de iluminação e física.





Áudio
O audio é o auge do game , pois o audio do Portal 2 é um dos melhores audios...ja vistos nos games pois o audio do Portal é simplismente perfeito....pois os sons a dublagem ..tudo de que tem de audio no game é simplismente perfeito...os ruidos , os barulhos das armas , absolutamente tudo.Portal 2 simplismente foi uns dos melhores lançamentos de 2011 e oque se mais chama a atenção nesse belissimo game é o audio ...tudo no game é praticamente perfeito , mas o audio é o que se chama mais a atençao...pois ele é impecavel.




Opinião Final

Portal 2 acerta do início ao fim. O título não decepciona em nenhum momento, entregando uma experiência singular e inesquecível.

A história está cheia de reviravoltas e o elenco de personagens é extremamente carismático — até mesmo aqueles com tendências psicóticas. Não é difícil se desligar totalmente da ação somente para ficar ouvindo os comentários sarcásticos de GLaDOS e Wheatley.

Os quebra-cabeças estão muito mais desafiadores do que no original e fazem pleno uso dos novos elementos da jogabilidade. Mesmo assim, a curva de aprendizagem é tranquila e jogador nunca chega a se frustrar com os enigmas.

Como se isso não bastasse, Portal 2 ainda conta com um inventivo modo multiplayer cooperativo. O objetivo e a jogabilidade seguem praticamente inalterados, mas desta vez o foco é o trabalho em equipe e, para superar os desafios propostos, você deve coordenar suas ações com o seu colega.

Em suma, Portal 2 não é apenas um dos melhores jogos do ano, mas também é um dos melhores títulos desta geração.





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6 comentários:

Matheus Câmara disse...

nossa que jogaço

Leonardo Costa disse...

ainda nao joguei mas deve ser muito bom

PerseuGamer disse...

portal2 naoe melhor que o primeiro mas e um jogo bom!

Anônimo disse...

Nossa muito loko cara eu adoro esse jogo,ele é otimo demais :D parabeins seu blog ta ficando cada vez melhor!

DarthMalgus_ DR disse...

Simplesmente fantástico, Portal 2 foi um dos melhores jogos que já joguei.

Julius Rock disse...

Não acho que merecia 9;5 pra mim uns 8,5 ja estaria de bom tamanho

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